A idéia da Secretária da Educação do Estado de São Paulo de apostilar o ensino público contraria todas as correntes pedagógicas atuais. Concordo plenamente com o autor do vídeo.
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5.3.08
11.5.07
Música de Caetano ilustraria aulas de inúmeras disciplinas
Ao invés da mesmice, da chatice de ficar lendo vários textos desvinculados nas famosas apostilas ou nos vários livros didáticos, alguns professores/ras inteligentes poderiam de forma inter e transdisciplinar trabalhar muitas coisas extremamente interessantes a partir da música-letra-poesia de Caetano Veloso: Língua.
Gosto de sentir a minha língua roçar
A língua de Luís de Camões
A língua de Luís de Camões
Gosto de ser e de estar
E quero me dedicar
A criar confusões de prosódias
E uma profusão de paródias
Que encurtem dores
E furtem cores como camaleões
E furtem cores como camaleões
Gosto do Pessoa na pessoa
Da rosa no Rosa
E sei que a poesias está para a prosa
Assim como o amor está para a amizade
E quem há de negar que esta lhe é superior
E deixa os portugais morrerem à míngua
"Minha pátria é minha língua"
Fala mangueira
Fala!
Fala!
Flor do Lácio Sambódromo
Lusamérica latim em pó
O que quer
O que pode
Esta língua?
Vamos atentar para a sintaxe dos paulistas
E o falso inglês relax dos surfistas
Sejamos imperialistas
Vamos na velô da dicção choo choo de
Carmen Miranda
E que o Chico Buarque de Holanda nos resgate
E - xeque-mate - explique-nos Luanda
Ouçamos com atenção os deles e os delas da
TV Globo
Sejamos o lobo do lobo do homem
Adoro nomes
Nomes em Ã
De coisas como Rã e Imã
Nomes de nomes
Como Scarlet Moon Chevalier
Glauco Matoso e Arrigo Barnabé e maria da
Fé e Arrigo barnabé
Flor do Lácio Sambódromo
Lusamérica latim em pó
O que quer
O que pode
Esta língua?
Incrível
É melhor fazer um canção
Está provado que só é possível
Filosofar em alemão
Se você tem uma idéia incrível
É melhor fazer um canção
Está provado que só é possível
Filosofar em alemão
Blitz quer dizer corísco
Hollyood quer dizer Azevedo
E o Recôncavo, e o Recôncavo,
e o Recôncavo
Meu medo!
A língua é minha pátria
E eu não tenho pátria: tenho mátria
E quero frátria
Poesia concreta e prosa caótica
Ótica futura
Samba -rap, chic-left com banana
Será que ela está no Pão de Açúcar?
Tá craude brô você e tu lhe amo
Qué queu te faço, nego?
Bote ligeiro
Nós canto-falamos como que inveja negros
Que sofrem horrores no gueto do Harlem
Lívros, discos, vídeos à mancheia
E deixe que digam, que pensem e que falem
Lindo!
18.4.07
Desinteresse afasta os jovens da escola
Se educação é fator prioritário para o desenvolvimento de um país (e eu acredito que seja), estamos afundando cada vez mais!
O principal fator para a evasão escolar no país é o desinteresse dos estudantes pelas aulas. Este é o resultado da recente pesquisa feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro. No documento, consta que 18% dos alunos entre 15 e 17 anos não freqüentam a sala de aula. Os principais motivos alegados pelos jovens que estão fora da escola são desinteresse (45%), atividade profissional ou doméstica que impede o estudo (22%) e falta de acesso à escola ou transporte (10%).
O coordenador da pesquisa, economista Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais do Instituto Brasileiro de Economia da FGV e PhD pela Princeton University, afirmou que o atual modelo de escola no Brasil não tem gerado interesse suficiente nos alunos.
A seu ver, há necessidade de um conteúdo pedagógico mais identificado com a realidade dos jovens e também mais eficiente do ponto de vista do mercado de trabalho, com ênfase nas escolas técnicas. Além da promoção de uma maior conscientização de pais e gestores públicos sobre a importância da Educação.
De acordo com a pesquisa, o estado com maior número de alunos desinteressados é Rondônia, com 13,75%. O Acre é o que apresenta os mais altos índices dos que não estudam por falta de escolas acessíveis (4,99%), e dos que têm que trabalhar (7,88%).
No documento, o Rio de Janeiro se destaca como o estado com maior índice de matrícula de jovens entre 15 e 17 anos (88%). O Rio também ocupa o primeiro lugar como o estado com maior percentual de matrículas de crianças e jovens entre 0 e 17 anos.
No entanto, o Rio de Janeiro está em sexto no critério de horas médias de jornada por alunos (4,22) e também ocupa esta posição no percentual de aulas assistidas pelos que freqüentam a escola (96%).
Entre os jovens de 15 a 17 anos, os que têm maior jornada na escola são os de Brasília, com uma média de 4,9 horas por dia. Já o estado de Santa Catarina ocupa o último lugar do país, com 3,1 horas.
No quesito presença, os mais assíduos são os alunos do Amazonas e os menos, do Maranhão. São Paulo aparece com o pior desempenho entre os estados do Sudeste, no índice de presença (95,3% das aulas assistidas e 4,7% das não assistidas).
Por outro lado, São Paulo apresenta o segundo lugar do país no índice de permanência, com 72%, enquanto a média nacional é de 61%. A pesquisa foi feita com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para o economista Marcelo Neri, o resultado da pesquisa aponta a necessidade de modificação da escola brasileira. "O jovem não freqüenta a escola por não gostar dela. Ele deseja um ambiente diferente". (Desejar um ambiente diferente acaba sendo não gostar! comentário meu)
Porém, o responsável pela pesquisa, considera que é preciso convencer os estudantes de que o colégio é a melhor oportunidade para conseguir um emprego e ter salários mais altos. (Será??????????????????????????)
Fonte: Folha Dirigida
O principal fator para a evasão escolar no país é o desinteresse dos estudantes pelas aulas. Este é o resultado da recente pesquisa feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro. No documento, consta que 18% dos alunos entre 15 e 17 anos não freqüentam a sala de aula. Os principais motivos alegados pelos jovens que estão fora da escola são desinteresse (45%), atividade profissional ou doméstica que impede o estudo (22%) e falta de acesso à escola ou transporte (10%).
O coordenador da pesquisa, economista Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais do Instituto Brasileiro de Economia da FGV e PhD pela Princeton University, afirmou que o atual modelo de escola no Brasil não tem gerado interesse suficiente nos alunos.
A seu ver, há necessidade de um conteúdo pedagógico mais identificado com a realidade dos jovens e também mais eficiente do ponto de vista do mercado de trabalho, com ênfase nas escolas técnicas. Além da promoção de uma maior conscientização de pais e gestores públicos sobre a importância da Educação.
De acordo com a pesquisa, o estado com maior número de alunos desinteressados é Rondônia, com 13,75%. O Acre é o que apresenta os mais altos índices dos que não estudam por falta de escolas acessíveis (4,99%), e dos que têm que trabalhar (7,88%).
No documento, o Rio de Janeiro se destaca como o estado com maior índice de matrícula de jovens entre 15 e 17 anos (88%). O Rio também ocupa o primeiro lugar como o estado com maior percentual de matrículas de crianças e jovens entre 0 e 17 anos.
No entanto, o Rio de Janeiro está em sexto no critério de horas médias de jornada por alunos (4,22) e também ocupa esta posição no percentual de aulas assistidas pelos que freqüentam a escola (96%).
Entre os jovens de 15 a 17 anos, os que têm maior jornada na escola são os de Brasília, com uma média de 4,9 horas por dia. Já o estado de Santa Catarina ocupa o último lugar do país, com 3,1 horas.
No quesito presença, os mais assíduos são os alunos do Amazonas e os menos, do Maranhão. São Paulo aparece com o pior desempenho entre os estados do Sudeste, no índice de presença (95,3% das aulas assistidas e 4,7% das não assistidas).
Por outro lado, São Paulo apresenta o segundo lugar do país no índice de permanência, com 72%, enquanto a média nacional é de 61%. A pesquisa foi feita com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para o economista Marcelo Neri, o resultado da pesquisa aponta a necessidade de modificação da escola brasileira. "O jovem não freqüenta a escola por não gostar dela. Ele deseja um ambiente diferente". (Desejar um ambiente diferente acaba sendo não gostar! comentário meu)
Porém, o responsável pela pesquisa, considera que é preciso convencer os estudantes de que o colégio é a melhor oportunidade para conseguir um emprego e ter salários mais altos. (Será??????????????????????????)
Fonte: Folha Dirigida
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